A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a retirada imediata de um lote de azeite de oliva e a suspensão de alimentos naturais de uma empresa por irregularidades. As medidas foram publicadas em 25 de março de 2026.
A decisão ocorreu após fiscalizações que detectaram fraude na composição do azeite e a falta de autorização sanitária para a fabricação de outros produtos.
O recolhimento obrigatório é do lote 255001 do azeite de oliva extra virgem da marca Royal, importado pela empresa T. Globo Importação e Exportação Ltda. Análises do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmaram que o produto contém outros óleos vegetais, o que configura fraude.
A empresa importadora deve parar totalmente a comercialização, distribuição, importação e propaganda do produto em todo o país.
A Anvisa também determinou a apreensão de todos os produtos da empresa MZD Comércio de Produtos de Saúde Ltda. A empresa operava sem licença sanitária. Fica proibida a comercialização, distribuição, fabricação, divulgação e consumo de todos os itens da marca.
A fabricação sem aval técnico representa risco à saúde pública, pois não há garantia de higiene ou procedência adequadas.
Os consumidores que possuírem o azeite Royal do lote 255001 devem interromper o uso. É possível identificar o lote pelo número no rótulo da embalagem. Quem tiver comprado o produto tem direito a reembolso ou troca no estabelecimento onde a compra foi feita.
Denúncias sobre a venda continuada destes produtos podem ser feitas diretamente às vigilâncias sanitárias municipais. A colaboração da população auxilia no cumprimento das determinações.
A ação de monitoramento do mercado de óleos vegetais é uma frente de atuação da Anvisa para garantir a segurança alimentar. A atuação conjunta com o Mapa visa elevar o padrão de qualidade dos alimentos vendidos no Brasil.
Ficar atento aos comunicados oficiais ajuda a evitar a compra de produtos irregulares e garante que a alimentação seja composta por itens que respeitam as normas sanitárias vigentes.
