Saúde
Caneta emagrecedora: veja o resultado da enquete

Quase metade dos respondentes da enquete do mês de VEJA SAÚDE, 48%, afirmou já ter usado alguma caneta emagrecedora. O número, obtido em pesquisa informal realizada pela publicação, indica a popularidade da classe de medicamentos no país, que se estende para além das indicações formais para o tratamento da obesidade.
De acordo com a publicação, cerca de 30% da população brasileira se enquadra nos critérios diagnósticos da doença crônica. O dado serve de contexto para dimensionar como o uso dessas drogas se espalhou. A ciência segue identificando novos benefícios da categoria, enquanto cresce o uso para perda de peso pontual e a venda de versões irregulares em um mercado paralelo.
As duas faces desse cenário foram abordadas nas reportagens de capa da edição de julho de VEJA SAÚDE. Uma matéria tratou da próxima geração das canetas e outra investigou o perigo das versões clandestinas oriundas do Paraguai.
Leitora aponta questão de patente
Em resposta à reportagem sobre as canetas irregulares, a leitora Mariana Gondi, via Instagram, destacou a falta de informação sobre a patente da tirzepatida. Ela observou que, além das diferenças regulatórias entre medicamentos produzidos no Paraguai e os registrados pela Anvisa, a molécula é protegida por patente da Eli Lilly. A leitora sugeriu esclarecer que a ausência de outras tirzepatidas aprovadas no país envolve a proteção intelectual da molécula e as regras de propriedade industrial.
A redação respondeu que agradece o toque e reforçou que versões de insumos protegidos por patente não podem ser comercializadas no Brasil.
Leitores comentam ludopatia
A leitora Rejane Brito, também via Instagram, comentou a matéria O Vício da Vez, sobre ludopatia. Ela afirmou que a condição é uma doença grave que destrói famílias e compromete a saúde mental, relacionada a casos de pessoas que perderam a vida.
Posts de maior engajamento no Instagram
O vídeo da engenheira química Camille Elis Ritzmann Stratmann repercutiu um estudo do periódico The Lancet. A pesquisa avaliou mais de 20 substâncias nocivas e concluiu que o álcool é a que mais gera prejuízos à sociedade.
Um carrossel sobre as raízes genéticas da endometriose trouxe destaques de uma pesquisa que investiga alterações do DNA ligadas à doença ginecológica. As seguidoras pediram mais conteúdos sobre o assunto.
A atriz Sandra Silva compartilhou em suas redes o momento em que seu tímpano sofreu um trauma durante um voo. O otorrinolaringologista Rafael Carvalho explicou por que o incidente acontece e como evitá-lo.
Esclarecimento sobre dieta anti-inflamatória
Na postagem sobre endometriose, a publicação recomendou uma dieta anti-inflamatória. O termo foi criticado nas redes, pois não existem alimentos que, sozinhos, atuem como anti-inflamatórios. A redação esclareceu que, no contexto da fala, a expressão se refere a uma alimentação com menos ultraprocessados, carne vermelha, açúcar e bebidas alcoólicas, considerando que pessoas com endometriose tendem a ter alterações intestinais.