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Saúde

Caneta emagrecedora: veja resultado da enquete

Por RedaçãoLeitura de 2 min
Caneta emagrecedora: veja resultado da enquete

Quase metade dos respondentes da enquete do mês de VEJA SAÚDE afirmou que já usou alguma caneta emagrecedora. O número, que representa 47% dos participantes da pesquisa informal, foi divulgado na edição de julho e reflete a popularidade da classe de medicamentos no país, embora o termo não seja aceito pelos médicos.

De acordo com a publicação, cerca de 30% da população brasileira se enquadra nos critérios diagnósticos da obesidade, o que ajuda a dimensionar o alcance dessas drogas para além das indicações formais. A revista destaca que, enquanto a ciência descobre novos benefícios da categoria e novas moléculas prometem perdas de peso mais expressivas, aumentam o uso para perda de poucos quilos e a venda de versões irregulares em um mercado paralelo que já supera o oficial.

As duas faces do fenômeno foram abordadas nas reportagens de capa da edição de julho de VEJA SAÚDE, com matérias sobre a próxima geração das canetas e sobre o perigo das versões clandestinas oriundas do Paraguai. A leitora Mariana Gondi, via Instagram, complementou a discussão ao lembrar que a molécula da tirzepatida é protegida por patente da Eli Lilly, o que explica a ausência de outras versões aprovadas no país por questões de propriedade industrial, e não apenas por exigências da Anvisa. A revista reforçou que insumos protegidos por patente não podem ser comercializados no Brasil.

Outro tema que mobilizou os leitores foi a ludopatia, classificada por Rejane Brito, via Instagram, como uma doença grave que destrói famílias e compromete a saúde mental, relacionada a casos de morte. A publicação também repercutiu os três posts mais curtidos do Instagram em julho, incluindo um vídeo da engenheira química Camille Elis Ritzmann Stratmann sobre estudo do periódico The Lancet, que avaliou mais de 20 substâncias nocivas e apontou o álcool como a que mais gera prejuízos à sociedade.

Um carrossel sobre as raízes genéticas da endometriose também teve grande engajamento, levando a revista a esclarecer o uso do termo dieta anti-inflamatória, criticado nas redes. A publicação explicou que a expressão se refere a uma alimentação com menos ultraprocessados, carne vermelha, açúcar e bebidas alcoólicas, considerando que mulheres com a doença tendem a ter alterações intestinais. A atriz Sandra Silva compartilhou um episódio de tímpano perfurado durante um voo, com explicação do otorrinolaringologista Rafael Carvalho sobre as causas e formas de evitar o incidente.

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